Un policía encuentra a una niña en el bosque
Relato escrito en portugués.
Sou Walter e tenho 37 anos, e sou da polícia. Certo dia eu fui transferido para patrulhar uma rodovia escura a noite. Eu nunca tinha ido certo meu trabalho naquela área por ser extremamente remoto e isolada na cidade, além de ser bem afastada.
Como era a noite, passei por um bar e comprei minha janta e comi dentro da minha viatura. Depois de beber, me deu uma vontade enorme de mijar, então, parei a viatura em matagal com pressa e saí na beira para mijar. Assim que termino de mijar, eu finalmente prestei a atenção em certos gemidos vindo mais adentro da mata. Entrei sem pensar por ser policial, e depois de entrar afastando as plantas, eu vi algo que nunca tinha visto em minha vida.
Vi uma menina pequena de quatro no chão, enquanto, um homem adulto metia sua piroca na bucetinha infantil da criança. A criança gemia alto, mas assim que o homem me viu, ele subiu as calças na velocidade da luz e desapareceu na mata. Eu não tive nem tempo de correr atrás dele, mas então decidi ajudar a criança.
Eu: você está bem? Está machucada?
Menina: não, tô bem
Eu: como se chama, quantos anos você tem?
Menina: Helena e tenho 7 anos
Eu: meu deus, sua família deve estar desesperada, onde você mora?
Enquanto ela falava a menina vestia sua blusinha e sua saia tranquilamente, e pude perceber que ela não usava calcinha. Ela não parecia aterrorizada, só vestiu a roupa tranquilamente, enquanto sua bucetinha estava toda úmida e tinha sinais claros que já tinha visto pau de macho muito antes.
A menina me contou que a ali perto, que era uma pequena vila fora da estrada saindo da cidade. Eu disse que a levaria para casa e isso eu fiz. Cheguei em uma casa bem pobrezinha e ela me disse que morava lá com os pais e seus outros sete irmãos. A mãe assim que viu minha viatura, veio assustada com um bebê no colo. Eu não quis falar tudo, justamente para falar na delegacia, mas a mãe da menina logo falou.
Mãe: obrigada moço, mas ninguém segura essa menina
Aquilo me provou que não era a primeira vez que a menina saída de casa sem avisar os pais. Ela brigou com a menina e mandou ela ir lavar a louça e parar de ficar indo atrás de macho. Eu fiquei perplexo, aquela menina também não era santa.
Eu: bom tenho que ir, mas cuida dela hein senhora
Com a viatura voltei para minha ronda normal e assim terminei o trabalho, mas mesmo assim tudo aquilo ficou martelando na minha cabeça.
No dia seguinte, eu tava fazendo minha ronda naquela estrada escura novamente, foi quando vi um carro parado no acostamento bem perto da situação que ocorreu no dia anterior. Fiquei curioso, e parei a viatura e percebi que o carro estava vazio. Fui entrando no matagal igual ontem, e logo consegui ouvir novamente os gemidos.
Um homem grande e gordinho metia sua pica na pequena Helena de quatro no chão, gemendo bastante, igual uma putinha. Eu gritei que era da polícia, o homem saiu correndo tropeçando e sumiu na mata. A menina estava completamente peladinha, com suas roupas apenas servindo para colocar no chão e se apoiar nelas.
Eu: o que você está fazendo aqui de novo?
Helena: tio, não conta pra minha mãe. Eles me dão dinheiro, mas você tá assustando eles.
Eu: pensei que eles estavam te estrupando… você faz isso todo dia?
Helena: sim, a tarde toda e volto de noite pra dormir, minha mãe nem liga
Enquanto falávamos, eu pude olhar bem e ver que aquele corpinho infantil era lindo e realmente era uma tentação para os homens
Quando eu ainda tava no posto, eu tinha contado pro meu colega, ele disse que sempre comeu umas meninas por aí, era normal, mas elas geralmente tinham 16 anos.
Voltando para o mato. Ficar vendo aquela bundinha perfeita e a sua bucetinha rosinha toda molhadinha, fez meu pau dentro da calça começar a endurecer. Ela percebeu meu pau endurecendo dentro da calça, e sem minha permissão, ela colocou suas mãozinhas bem na minha virilha. Aquelas mãozinhas pequenas tocando meu pau sob a calça, me deu mais tesão ainda. Eu estava chocado e perplexo com essa criança, mas meu pau já estava completamente duro dentro da calça e eu já não tava agindo racionalmente.
Helena: posso chupar?
Eu tava tão afundado no tesão que só acenei positivamente com a cabeça. Aqueles pequenos dedinhos foram abrindo o zíper de minha calça, com meu pau de 20 cm pulando pra fora, bem na altura do rosto da criança. Ela colocou suas mãozinhas em meu pau grande e sentir o calor das mãos de uma criança no meu pau me deu mais tesão ainda. Com meu pau mais duro que pedra, a menina abre a boca e começa a me mamar.
Eu fiquei ofegante e perdi a cabeça com a chupada dessa criança. Era a melhor mamada que eu tinha recebido na vida e era justamente de uma criança, algo que nunca poderia imaginar. Meu coração estava acelerado, enquanto eu olhava para baixo e via uma criança me dando a melhor mamada de minha vida. Ela fazia gostoso demais, ela com certeza fazia isso a muito tempo. Helena fazia questão de mamar tudo babado meu pau, e ela ainda não teve frescura de chupar minhas grandes bolas peludas, me chupando igual uma profissional.
Depois de uns dez minutos me mamando, ela volta a ficar de quatro no chão e se empinou bem pra eu poder ver bem sua bucetinha e seu cuzinho ao mesmo tempo.
Helena: pode comer minha pepeka, e se quiser meu cuzinho também pode
Ela disse olhando bem no meu olho, e mostrando bem seus dois buracos pra mim. E era como se a sua bucetinha e seu cuzinho estivessem pedindo um pau pra entrar. Pensei «quer saber, foda-se». Eu alinhei meu pau em direção de sua bucetinha dela, e era como se sua bucetinha tivesse um imã chamando minha piroca, até que não aguentei mais e comecei a enfiar. Ela gemia alto, enquanto meu pau grande invadia sua bucetinha infantil, até que entrou tudo sem dificuldades. Passei a meter forte, agarrando sua bundinha de criança enquadra fodia sua bucetinha rápido e forte. Gemia como uma putinha, ela realmente gostava.
Minha piroca entrava toda e só de ver nossa enorme diferença de tamanho, comigo tendo 1.90 metro de altura e ela nem devia ter 1.20, só isso já me dava um forte tesão de continuar metendo. Meter com minhas mãos segurando suas nádegas macias de criança era uma delícia. Era incrível como a diferença de um corpo de uma criança para de um adulto era notável transando. Enquanto metia passei a passar minhas mãos por todo o corpinho da Helena, comigo me inclinando e agarrando seus peitinhos ainda nem crescidos.
Voltei pra trás e tirei minha pica de sua bucetinha e pude ver o estrago que fiz. Ela ainda tava bem empinada pedindo por mais pau, até que comecei a enfiar meu pau em seu cuzinho. Ela começou a gemer um pouco de desconforto, mas já naquela altura, meu tesão me dominou por completo e só pensava em fuder aquele cuzinho apertadinho. Mesmo gemendo, eu fui empurrando meu pau pra dentro e a sua bundinha engoliu todo meu pau no cuzinho.
Comecei a meter forte no meu cuzinho, com a Heleninha gemendo bastante enquanto seu cuzinho era deflorado. Eu me esqueci que ela era só uma criancinha, que eu comecei a meter forte igual um animal selvagem no cio. Mesmo doendo, ela não tentava me parar e isso só me dava mais tesão ainda, e percebi que ela nasceu para agradar macho. Tava fudendo seu cuzinho por longos minutos, tanto que minhas grandes bolas colidiam com sua bucetinha em baixo toda molhadinha e deixava ela pingando. Depois de uns vinte minutos fudendo aquela criança, meu pau já estava prestes a gozar, mas eu queria era gozar na boquinha dela.
Tirei meu pau do cuzinho dela, e vi que ficou bem aberto depois de minutos recebendo um pau de um macho de verdade. Eu me levantei e mandei ela me chupar de novo.
Eu: quer meu leite quer?
Helena: sim tio, quero seu leite
Eu: então abre a boquinha criancinha
Depois de uma bela mamada, comecei a gozar. Ela tava com a boca bem aberta e com a língua pra fora quando meus jatos de leite quente começaram a sair, enchendo sua boquinha e lambuzando todo o seu rostinho com meu esperma. Depois de uns 10 jatos de leite, o rostinho da criança ficou todo branco. Com minhas bolas totalmente vazias, a Heleninha fez questão de beber todo o leite de seu rostinho. Eu ainda tava em pé me recuperando, depois de fazer a melhor transa de minha vida, quando a Heleninha fala.
Helena: nossa tio, como você foi bruto
Eu: desculpa, mas eu não resisti
Helena: eu sei, todos os homens querem comer minha pepeka
Eu: agora eu sei o porque, macho nenhum iria se aguentar
Helena: o seu foi o maior pau que já me comeu
Eu: ah eh?
Helena: sim
Eu: ah com sua experiência, com certeza você já deu pra muitos
Helena: sim, mas você foi com o maior pau, todos antes de você tinham paus menores
Eu: nossa falando assim, você deixa qualquer homem louco de tesão
Helena: … (só deu umas risadas)
Eu: mas iai, há quanto tempo você da a sua pepeka aqui no mato?
Helena: bastante tempo
Eu: meses ou anos?
Helena: a primeira vez, um cara me puxou pra cá a força e me comeu, aí depois acho que nunca mais parei
Eu: foi estrupada a primeira vez eh.. foi com quantos anos?
Helena: 5
Eu: ah então já tá a dois anos aqui transando com os homens
Helena: acho que sim
Eu: nossa que sorte a sua
Comecei a vestir minha calça novamente e guardar meu pau dentro da cueca. Enquanto a menina começa a colocar a roupa dela que estava no chão.
Eu: bom já que é assim, eu não vou mais atrapalhar você transando com os caras aqui tá?
Helena: tá bom
Eu: só cuidado pra não engravidar hein
Helena: tá bom
Eu sai e voltei pra minha viatura e continuei meu trabalho e voltei pra casa sem problemas. Nos dias seguintes passei por lá novamente, mas não entrei na mata pra não atrapalhar como falei. A Heleninha certeza estava fudendo com vários homens dentro da mata por muito tempo, pois passei a ouvir boatos dentro da polícia de uma menininha se prostituindo na minha estrada onde faço minha ronda noturna, mas como aquela região fora da área da cidade era bem afastada e deserta, ninguém fez alarde, pois eu também nunca fiz nenhuma denúncia. Eu não via necessidade de falar nada, pois eu tinha plena certeza que ela estava agindo por livre e espontânea vontade, não sendo estrupada. E ela também está usando os meios que estão ao seu alcance para ganhar dinheiro, não vejo problema nisso.

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